10 homenageados em nomes de estádios que você talvez não conheça

10 homenageados em nomes de estádios que você talvez não conheça

Quem acompanha futebol certamente já ouviu muitos dos nomes da lista a seguir, mesmo assim, a maioria dos torcedores não sabe por que estádios tão tradicionais os homenageiam. Descubra, então, porque esses dez homens dão seus nomes a alguns dos templos do futebol brasileiro.
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10. Urbano Caldeira (Vila Belmiro)
Foi goleiro, técnico e dirigente do Santos no início do século passado. Dizem que tinha tanto amor pelo Santos que aparava até a grama do estádio. Após seu falecimento, em 1933, o clube decidiu homenageá-lo dando seu nome ao estádio.
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9. Eládio de Barros Carvalho (Estádio dos Aflitos)
O homenageado do estádio que traz boas recordações aos gremistas foi goleiro nas divisões de base do Náutico. Além de treinador, diretor e presidente do clube por 14 mandatos.
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8. Conde Rodolfo Crespi (Rua Javari)
Italiano radicado no Brasil, Rodolfo Crespi foi um dos homens mais ricos do país à época. Foi presidente do Juventus e grande incentivador da construção do charmoso estádio localizado no bairro da Mooca, em São Paulo. O título de Conde lhe foi dado pelo governo italiano em 1928. Entre outras empresas, foi dono do jornal Il Picollo, que tinha um viés favorável ao regime de Mussolini.
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7. Cícero Pompeu de Toledo (Morumbi)
Foi presidente do São Paulo Futebol Clube e um dos principais incentivadores da construção do estádio. Apesar disso, faleceu antes de ver a obra concluída.
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6. Magalhães Pinto (Mineirão)
Advogado, banqueiro e político de carreira, foi senador por Minas Gerais, ministro e governador do estado à época da construção do estádio. Por vezes folclórico, quando perguntado sobre seu time do coração, respondeu: “gosto tanto do Cruzeiro quanto do Atlético, além de ter simpatia por todos os times do interior”.
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5. Antônio Couto Pereira (Couto Pereira)
Nascido no Ceará, foi major do exército e deputado estadual pelo Paraná. Também foi presidente do Coritiba, onde conseguiu um empréstimo na Caixa Econômica Federal de 120 contos de réis para iniciar as obras do estádio.
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4. Caio Viana Martins (Caio Martins)
Após o choque com outro trem, o escoteiro Caio Viana Martins, de apenas 15 anos, se recusou a ser levado de maca, já que não havia número suficiente para todos. Caio cedeu seu lugar a pessoas em estado mais grave dizendo que “um escoteiro caminha com suas próprias pernas”. Sua bravura lhe rendeu várias homenagens, incluindo o nome do estádio onde o Botafogo mandava seus jogos.
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3. Adelmar da Costa Carvalho (Ilha do Retiro)
Foi empresário, deputado federal por Pernambuco e presidente do Sport Club do Recife. Sua ajuda foi muito importante na primeira grande reforma do estádio, que passou a levar seu nome.
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2. Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu)
Advogado e empresário, foi um dos fundadores da Rede Record. Também foi presidente do São Paulo e chefe de delegação da seleção brasileira nas copas de 58 e 62, o que lhe rendeu o apelido de “marechal da vitória”.
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1. Mário Filho (Maracanã)
Jornalista e escritor, Mário Filho era irmão mais velho de Nelson Rodrigues. A ele se atribuem feitos como a invenção do termo “Fla-Flu” e a construção do Maracanã onde este se localiza atualmente, já que o vereador Carlos Lacerda insistia em construir o estádio no bairro de Jacarepaguá. Morreu em 1966, de ataque cardíaco. Desde então, o Estádio Municipal do Maracanã passou a se chamar Estádio Jornalista Mário Filho.
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