10 pesquisas inusitadas


Cientistas da Universidade da Califórnia descobriram que o processo neurodegenerativo responsável pela demência também causa o deterioração de regiões do cérebro responsáveis pela detecção da hipocrisia e incoerências no razoamento das outras pessoas. Os pesquisadores mostraram vídeos para 175 voluntários de pessoas sarcásticas e constaram que as que sofriam de alguma dêmencia não conseguiram identificar o sarcasmo.


O site OKCupid de vez em quando faz umas pesquisas inusitadas através do microblogging e constatou, com uma amostragem de 21.315 pessoas entre 18 e 24 anos, que as pessoas que utilizam Twitter se masturbam mais do que as pessoas que não utilizam o serviço. Agora já sexo ainda não temos dados.


Ao contrário do que a maioria das pessoas imaginavam, os homens tendem a falar o “eu te amo” primeiro do que as mulheres. Segundo duas pesquisas oriundas dos EUA e de Cingapura, 700 pessoas (entre 18 e 69 anos) fizeram um série de testes e além de descobrir o pioneirismo dos homens, eles ficam mais felizes e emocionados quando ouvem um “eu te amo“.


Beber álcool não é visto com bons olhos para se ter uma boa memória. Porém, um estudo da Universidade do Texas, EUA, encontrou evidências de que o consumo frequente de etanol aumenta a plasticidade sináptica no cérebro, o que sugere que a dependência de álcool e de drogas é um distúrbio de memória e de aprendizagem. Segundo a pesquisa, o álcool toma controle do sistema dopaminérgico e diz ao nosso cérebro que o que estamos fazendo é “gratificante” e vale a pena repeti-lo. Aprendemos também que ir ao bar ou conversar com os amigos é igualmente gratificante. “As pessoas geralmente pensam na dopamina como um transmissor de felicidade ou de prazer, mas de forma mais precisa, é de um transmissor de aprendizagem“, diz o líder do estudo, Hitoshi Morikawa.


Em uma pesquisa feita nos EUA, 75% dos participantes assumiu usar o linguajar fofinho com o parceiro. E, segundo os pesquisadores, os casais que falavam nesse dialeto demonstraram maior satisfação, intimidade e segurança no relacionamento, além de terem uma vida sexual mais movimentada. Não é tifofo?


Pelo menos na matemática, um novo estudo publicado na revista “Comportamento” sugere que as formigas são mais inteligentes do que muitas crianças de escola primária. Os testes mostram que os insetos têm propensão para a matemática e até podem realizar operações aritméticas simples. “As formigas são mais inteligentes do que um aluno de quinta série, elas conseguem fazer cálculos!”, empolga-se Els van Egmond do editor da revista.


Direto do Canadá e da Escócia, pesquisadores descobriram que inconscientemente analisamos o tom de voz de nossos parceiros para medir o “perigo” de sermos traídos. A explicação é que um tom de voz mais grave (no caso dos homens) ou mais agudo (nas mulheres) indica níveis maiores de testosterona e estrogênio, hormônios que aumentam a propensão a trair.


A Organização das Nações Unidas (ONU), concluiu que a taxa de fertilidade no Haiti triplicou após o terremoto que devastou o país em janeiro de 2010. Tudo porque, com os hospitais destruídos pela tragédia, a oferta de contraceptivos diminuiu. E, além de contarem com menos preservativos, os sobreviventes teriam passado a transar mais para combater o estresse. Mesma coisa da época que não tinha TV.


Em um estudo, mais de cem pessoas tiveram de dizer se 50 objetos se encaixavam parcial ou totalmente ou se não se encaixavam em nenhuma das categorias apresentadas. As mulheres tinham 23% mais chances de escolher a opção parcial. Suas respostas indecisas foram dadas a perguntas polêmicas, como “A pintura é uma ferramenta?” ou “O tomate é uma fruta?”. A maioria dos homens ficava feliz ao decidir, por exemplo, que um tomate é uma fruta (ou não), enquanto as mulheres diziam que ele “meio que” pertence à categoria das frutas.


A Universidade de Milão analisou casais de 94 países e constatou: as pessoas ficam mais infelizes quando têm filhos. Os pesquisadores atribuíram esse efeito às despesas geradas pelas crianças, que levam ao empobrecimento e à queda na felicidade dos pais. Segundo o estudo, ter filhos só traz felicidade a pessoas ricas ou viúvas.
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Fontes: Superinteressante, MDIG, R7, UC Health, Hypescience e ONU

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