coisa1 10 coisas legais achadas na web
coisa2 10 cantores e seus repectivos cachês para fazer um show
coisa3 10 lugares que você nunca deverá visitar

10 pesquisas inusitadas (8)


Segundo Adriano Segal, psiquiatra ligado à Associação Brasileira para Estudos da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), as pessoas realmente engordam em relacionamentos estáveis devido a três fatores: Em primeiro lugar, os solteiros costumam ter uma preocupação maior com a forma por uma questão de aparência – eles querem se manter atraentes. Entre os casados há um segundo fator: eles são, em média, mais velhos do que os solteiros, e essa diferença de idade já explica, em parte, a dificuldade de manter a forma. Em terceiro lugar, Segal aponta uma questão que atinge os homens solteiros e que moram sozinhos. Muitas vezes, eles não sabem cozinhar. Fora de casa, eles acabam fazendo menos refeições. O especialista ainda afirma que, embora aconteça também entre as mulheres, o ganho de peso na relação é mais comum nos homens.


Pesquisadores da Universidade de St. Andrews, na Escócia, dividiram alguns estudantes voluntários em dois grupos e os convidaram a participar de um jogo – uma das turmas competiria com alunos da própria universidade (St. Andrews), enquanto a outra concorreria com uma instituição rival. Cada participante recebeu uma quantia em dinheiro e podia fazer duas escolhas: enriquecer sozinho ou arriscar a fortuna para ajudar o grupo. Ao contrário do que se imaginava, os homens com cara de mau eram os mais dispostos a cooperar com o grupo e arriscar toda a grana. Quando não havia rivalidade, esse grau de cooperação diminuía bastante.


Em um estudo realizado por cientistas da Universidade Kansas State – EUA, retomar o namoro com o ex costuma tender ao erro. Os casais desse tipo de relação podem ser muito mais impulsivos. Agindo assim, surgem cachorrinhos, aluguéis e filhos não planejados.
Isso acaba gerando uma grande insatisfação para todos os envolvidos, que ainda sofrem com problemas de comunicação, geralmente tomam decisões precipitadas que afetam todo o relacionamento, possuem autoestima mais baixa e são incertos sobre o futuro.


Publicado na revista PLoS One, o estudo do centro de pesquisas Monell, na Filadélfia, Estados Unidos,  revelou que os seres humanos podem identificar a idade de uma pessoa por meio de seu odor corporal. Os neurocientistas descobriram que os seres humanos são capazes de diferenciar os odores corporais de pessoas mais velhas (75-95 anos), adultas (45-55) e jovens (20-30). Além disso, os cheiros que para nós são mais suaves e agradáveis são aqueles de pessoas mais velhas, enquanto que os jovens emitem um odor pessoal mais característico e intenso, qualificado como “suado” ou “almiscarado”.


Os pesquisadores holandeses Maarten Bos, Ap Dijksterhuis e Rick van Baaren apresentaram os resultados de uma pesquisa onde foi testada a influência do nível de glicose no sangue em atividades feita de forma consciente e inconsciente. Ao tomarmos decisões, o inconsciente é confiável quando os níveis de glicose estão baixos, enquanto que deliberações feitas de forma consciente funcionam melhor quando a glicose está elevada.


Um estudo realizado com 600 usuários de iPhone, que responderam a uma pesquisa por meio de texto e voz, com questões sobre a quantidade de exercício semanal ou a quantidade de álcool consumida no último mês. As respostas por sms foram muito mais precisas, oferecendo, inclusive, dados numéricos, enquanto as entrevistas por voz continham explicações muito mais vagas.


Essa é a conclusão de um estudo realizado na Inglaterra pela London School of Economics e publicado na revista Psicologia Social.
Para alcançar este resultado, os pesquisadores compararam dois estudos sobre jovens americanos: um sobre as atitudes sociais e outro sobre sua inteligência. Com isso, descobriram que aqueles que dão mais importância à fidelidade têm um QI mais alto.
“Os homens inteligentes são mais propensos a exclusividade sexual”, disse Satoshi Kanazawa, um dos pesquisadores por trás do estudo, para a rede britânica BBC. Kanazawa explicou que os resultados não se aplicam a mulheres, que, de acordo com o especialista, elas são comparativamente mais monogâmicas que os homens ao longo da história.


Pesquisadores da Universidade de Florença, na Itália, revisaram estudos anteriores sobre as causas e efeitos da infidelidade e perceberam uma tendência mortal: homens que traem correm mais risco de sofrer infarto fatal. Um dos estudos revisados veio de uma universidade da Alemanha. Os pesquisadores de lá avaliaram casos de infarto durante o sexo. E a maioria dos homens que morreram nessas situações estava traindo suas mulheres. Em janeiro deste ano, o Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos, fez estudo semelhante. Após analisarem as autópsias de mais de 5 mil homens, eles descobriram que, entre aqueles que morreram durante o sexo, 75% estavam com as amantes.


A Universidade de Wake Forest, testou fotos dos lados esquerdo e direito do rosto de participantes. Depois reuniram alguns voluntários para avaliarem a beleza das fotos. As imagens que mostravam o lado esquerdo sempre foram classificadas como as mais agradáveis. E o resultado era o mesmo quando os pesquisadores espelhavam as fotos. Isso acontece porque, segundo a pesquisa, a bochecha esquerda é mais intensa, expressa mais emoções. Aí esse lado do rosto fica mais agradável e bonito.


Entre os diversos aspectos comportamentais que caracterizam um bom líder, a tendência a se sentir culpado pode não estar entre as mais citadas, mas um estudo desenvolvido na Escola de Negócios da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, aponta que essa característica é comumente encontrada em pessoas com potencial para liderar. Pesquisadores analisaram grupos de pessoas que fizeram testes de personalidade e identificaram se elas eram mais propensas a desenvolver sentimentos de culpa ou de vergonha em situações adversas, como derrubar vinho no tapete branco durante uma festa na casa de um colega de trabalho. Em seguida, desenvolveram atividades com os grupos sem designar um líder para cada um, pedindo que os participantes avaliassem as habilidades de liderança de cada colega. O resultado mostrou que as pessoas identificadas como propensas a sentir culpa eram constantemente as mesmas a assumir papéis de liderança durante as atividades.

Fontes: Estadão, Folha, G1, SuperInteressante e Universia

Favoritar

DEIXE SEU COMENTÁRIO